Copa do Brasil/2014 – Bragantino x São Paulo – Análise, Notas, BC/BM

EXPECTATIVA…

Depois de duas derrotas seguidas e de despencar na tabela pelo Campeonato Brasileiro, é chegado o momento de enfrentar as dificuldades do time, porém em outro torneio, aquele que o São Paulo não tem: a Copa do Brasil. Os desfalques preocupam, mais ainda as improvisações de Muricy, principalmente com Douglas no ataque. Pode dar certo, mas…

…REALIDADE!

Primeiro Tempo

Adversário todo encolhido, São Paulo com posse de bola… As duas últimas partidas foram assim e os resultados todos conhecemos. Mas talvez agora pudesse ser diferente, porque o tricolor, parecia, tinha mais espaço para trabalhar pelo meio com Ganso e pela esquerda com Álvaro Pereira. Ainda que sem tanta efetividade, o São Paulo até que chegava, porém mais movimentação e ímpeto não fariam mal. Porque a fragilidade do adversário era tanta que Bruno Recife, meramente pressionado por Rodrigo Caio, fez lambança e marcou contra aos 17 minutos. 0×1 São Paulo.

Ganso, embora sem muito brilho, participava bastante do jogo, caindo pelos lados do campo e aparecendo pelo meio também. Maicon, que gritava com todo mundo, errava muitos passes e irritava a todos por esses dois motivos.

E num lance de refinadíssima técnica, de Pato a Ganso e de Ganso a um dos quase gols mais lindos que este escriba já viu, aos 31. O 10 do São Paulo recebeu passe depois de rápida triangulação dentro da grande área e, gênio, viu o goleiro Renan adiantado. Cavadinha na bola e a pelota passou triscando o travessão… Seria um golaço! Na sequência, quase que Renan toma um daqueles frangos antológicos!

Só não dava para dizer que o jogo era bom. O Bragantino, que nada fez no primeiro tempo inteiro, aos 41 quase aprontou, em cobrança de escanteio. A bola viajou, não foi cortada pela defesa tricolor e, do primeiro pau Robertinho, meio desajeitado, tocou de cabeça, para trás. A bola acertou o travessão de Rogério Ceni, vendido no lance.

Segundo Tempo

Sem alterações, o tricolor voltou para o segundo tempo. E o Bragantino assustou logo aos 3 minutos, naquele que é um dos flagelos do São Paulo há algum tempo: bola aérea. Maicon, horroroso, cooperava para a ascensão do Bragantino no jogo. Um inexplicável apagão abatia o tricolor e não fosse Rogério Ceni corrigir com uma bela defesa um erro de posicionamento dele próprio, o Bragantino, décimo nono colocado da Série B, teria empatado. Mas, que fique claro, o alvinegro de Bragança já fazia por merecer pelo menos o empate, pois o futebol tricolor era ridículo.

Ganso queria fazer algo e até fazia. Aos 11, fez belíssimo corta-luz e abriu uma avenida para Douglas bater de fora da área. Mas o lateral tricolor mandou a bola fora do estádio… Era como dar pérolas aos porcos! Pato pouco aparecia, mas quando recebia a bola em condições criava problemas ao adversário, como aos 16 minutos ele deixou Ganso na cara de Renan. O camisa 10 tentou bater por baixo e o goleiro defendeu. Luisinho respondeu aos 17 e por muito pouco não empatou, aparecendo para cabecear na cara de Rogério Ceni.

Aos 22, porém, o camisa 11 jogou de zagueiro ao desviar chute potencialmente perigoso de Ademílson contra o gol de Renan. Mas quis redimir-se aos 24 minutos ao dar um gol para Maicon fazer. Entretanto, o meio-campista tricolor finalizou muito mal, para fora. Aos 29, Maicon fez boa jogada pela direita e cruzou para a grande área. Alvaro Pereira foi deslocado no ar dentro da área. Pênalti. Rogério Ceni entregou a bola para Alexandre Pato, que foi para a cobrança, mandou na bochecha da rede e marcou o quinto gol dele com a camisa do São Paulo! 0×2!

Só que jogo sem falha defensiva não é jogo do São Paulo. Com muito espaço, aos 38 minutos Leo Jaime avançou pela esquerda da defesa e mostrou ao tricolor que a vida não presta. Luisinho recebeu dentro da área e fuzilou… 1×2. O Bragantino queria se animar, mas a ruindade não deixava. O tricolor era um time esquisito, porque não é justificável tomar sufoco do décimo-nono colocado da Série B!

Por: Paulo Martins

 

NOTAS   

ROGÉRIO CENI: Mal posicionado e “vendido” em alguns lances. Foi grande ao ceder o pênalti a Pato. 5

PAULO MIRANDA: Estabanado e esquisito, do seu jeito tratou de não complicar. 5,5

RAFAEL TOLÓI: Seguro. Não teve pernas para acompanhar a descida de Léo Jaime e fazer a cobertura sobre Álvaro Pereira. Acontece. 6,5

RODRIGO CAIO: Idem a Tolói. Foi boa opção quando subiu ao ataque. 6,5

ALVARO PEREIRA: No primeiro tempo, apareceu mais. No segundo, sofreu o pênalti. E também sofreu com Léo Jaime no seu setor, principalmente no lance do gol. 6

SOUZA: É um dos mais seguros no meio-campo, mas sofre com Maicon. 5,5

GANSO: O melhor do time. Participou bastante do jogo, criou oportunidades, fez lances de efeito… 7,5

MAICON: Irritadiço, errou muitos passes, deu bolas de graça para os adversários. Se redimiu com o cruzamento que originou o pênalti em Álvaro Pereira e o gol de Pato, o segundo. 4,5

DOUGLAS: Não justificou, ofensivamente, sua entrada. Aparecer esporadicamente na defesa, mas foi muito pouco. 5

ALEXANDRE PATO: Movimentou-se bastante, tentou bons passes, finalizações… Com a bola nos pés, é perigoso. Mas, convenhamos: era o Bragantino. Precisa mostrar mais. 6,5

ADEMÍLSON: Não foi bem. Perdeu bolas fáceis e criou muito pouco. 5,5

MURICY: Não consegue fazer o time jogar. No primeiro tempo, até que o São Paulo esteve organizado. No segundo, tomou sufoco. Ninguém sabe o que ele tem visto em Maicon para mantê-lo no time. A defesa segue falhando e o time não se entrosa. Dureza! 3

Por: Paulo Martins

 

BOLA CHEIA

  • A vitória
  • Ganso

BOLA MURCHA

  • O time, que não engrena!
  • Maicon;
  • Douglas.

 

Por: Paulo Martins

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Preleção Copa do Brasil 2014: Bragantino x São Paulo

Bragantino x São Paulo

Nesta quarta-feira o São Paulo dará seguimento na busca pela única taça que nos falta: a Copa do Brasil! Após passar por CSA e CRB, chegamos agora a fase 16 avos de final, e nosso adversário da vez é o Bragantino, que eliminou o Figueirense nos pênaltis. Podemos ganhar de 7×1 que mesmo assim não eliminaremos o jogo da volta, já que esta regra é válida só nas 2 primeiras fases. A partida de hoje será em Ribeirão Preto e o da volta acontece no dia 13/08.

Único que jogou bola diante do Goiás, Kaká (o tempo todo aliás… e olha que nem estava em sua melhor forma física), será poupado visando o Criciúma do sábado. Também ficam de fora Antonio Carlos e Osvaldo, além do já sumido Luís Fabiano. Para tristeza geral da Nação, ele, o favorito de Muricy, Maicon, volta ao time… que os deuses do futebol nos protejam, amém! Outro grande “reforço” para a partida é Paulo Miranda! Sinceramente, nem lembrava que ele existia… nem Hudson aliás. Não que este último vá jogar… só lembrei dele agora e resolvi comentar.

Com vários desfalques, fica difícil especular o que o banguelo fará. A zaga deve ser a mesma do último jogo, com Lucão substituindo AC. Caso o moleque mercenário fique no banco, Rodrigo Caio vai pra zaga e Maicon pro meio. Falando em zaga, que fase de Alvaro Pereria hein?? Ele voltou da Copa? Completamente omisso nas partidas. Boschilia pode pintar no meio de campo ao lado de Ganso e o time permaneceria no 4-4-2. Lá na frente, Ademilson e Alexandre Pato. Se o uruguaio está omisso nas últimas partidas o que dizer de Pato?? Deixa pra lá. Alan Kardec não joga porque o regulamento não permite que atue por 2 clubes.

O Bragantino sempre se acostumou a incomodar os grandes clubes paulistas. No início do ano, mas uma vez estiveram nas quartas-de-final, eliminados pelo Palmeiras. Porém o que parecia uma temporada promissora vai indo por água abaixo: o Braga enxerga na Copa do Brasil a chance de “salvar” o ano, já que na Série B é sério candidato ao rebaixamento, acumulando 3 derrotas seguidas.  Titular absoluto no gol alvinegro, o goleiro Renan estava presente naquela fatídica noite em 2011, onde vimos o Tricolor deixar a vaga escorrer pelos dedos diante do Avaí.

Realmente não da para entender o que acontece com o São Paulo. Antes o time era medonho, com jogadores medianos para baixo e dava para entender. Mas nesse ano vieram grandes nomes como Pato, Alan Kardec e a cereja no bolo, Kaká… somem-se a eles Luís Fabiano, Rogério Ceni, PH Ganso, Alvaro Pereira e outros medianos como Souza, Antonio Carlos, Rodrigo Caio etc… e o futebol? NÃO EXISTE! É inadmissível estarmos atrás do modestíssimo SPORT no  Brasileirão. Acho que passaremos para as 8ªs, porém com muito sufoco. Será que nem diante do VICE LANTERNA da SEGUNDONA Muricy não conseguirá montar um time?? Será que levará nó tático do glorioso PC Gusmão?  Veremos.

Mas é vida que segue! Apesar de estarmos, e falo por todos, P da vida com o São Paulo, nosso papel temos que fazer!! Portanto VAMOS SÃO PAULOOOOOO! Pra cima deles e rumo a vitória!! #3Cores1SóTorcida

Por: Leandro Teixeira

 

BRAGANTINO X SÃO PAULO

Data/Hora: 30/07/2014, as 22h00

Estádio: Santa Cruz, em Ribeirão Preto/SP

Arbitragem: Thiago Duarte Peixoto/SP, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho/SP e Fabio Rogério Baesteiro/SP

Bragantino: Renan, Robertinho, Tobi, Alexandre e Bruno Recife; Francesco, Geandro, Gustavo Campanharo e Magno; Cesinha e Luisinho. Técnico: Paulo César Gusmão

São Paulo: Rogério Ceni, Douglas, Rafael Toloi, Lucão (Rodrigo Caio) e Alvaro Pereira; Souza, Rodrigo Caio (Maicon), Boschilia e Ganso; Ademílson e Pato. Técnico: Muricy Ramalho

Transmissão: Globo, Band

 

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Coluna do José Renato: Um monstro chamado Roberto Dias

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Quando vejo o futebol olímpico não há como deixar de lembrar um dos maiores craques da história do tricolor, Roberto Dias.

As Olímpiadas de 1960, em Roma, marcaram a estreia de Dias na seleção brasileira.

Sua idade? 17 anos

Ao seu lado, formando o meio campo, outro monstro, que anos depois também faria história em nosso time, Gérson.

Naquela edição olímpica, o Brasil acabou não passando de fase, uma vez que perdeu a liderança de seu grupo para a seleção da casa.

Na partida contra os italianos, nossa seleção vencia por 1 a 0 até os 25 minutos do segundo tempo, e jogava pelo empate para conquistar a vaga.

Pois bem, os italianos marcaram três gols e nos eliminaram.

Poucos dias antes frente o selecionado de Taiwan, nossos craques tricolores marcaram os cinco gols da goleada brasileira, três de Gerson e dois de Roberto Dias.

Falar sobre Roberto Dias é algo que teve ser motivo de orgulho para qualquer torcedor.

Dias foi o líder de um São Paulo que ficou marcado para a história não pela conquista de títulos, uma vez que a prioridade de nosso clube era construir o maior estádio particular do mundo.

Um jogador que, embora tenha sido bicampeão paulista, em uma época em que o estadual era um campeonato de grande relevância, acabou entrando para a história do nosso time, não por estes títulos, mas sim pela dignidade, liderança e por jogar muita, mas muita bola.

Dias faleceu em 26 de setembro de 2007 e nada como ler um texto autobiográfico dele para entender um pouco mais sua importância na história da equipe brasileira mais vencedora de todos os tempos.

Eis o texto de Roberto Dias, publicado na revista Lance Série Grandes Clubes em 1999.

Quando eu era moleque gostava muito de jogar bola. Não tinha um time do coração na época. Era apenas mais um torcedor de futebol. Como morava no Canindé, onde ficava o estádio do São Paulo, sempre tive uma tendência para ser tricolor.

 

Com 16 anos, um amigo meu, o Valdico, me levou para o clube para que eu fizesse um teste do amador do São Paulo. Fui lá, passei e logo entrei na equipe infantil. Começa aí a minha trajetória são-paulina, em 1959.

 

No ano seguinte, fui para o juvenil e também, repentinamente, para a Olimpíada de Roma, em 1960, como jogador da Seleção Brasileira, junto com Gérson e outros. Fomos eliminados, mas, quando voltei, subi para o time profissional do São Paulo, com apenas 17 anos.

 

A partir daí me identifiquei muito com o time, com a torcida, e fui criado em uma enorme paixão pelo São Paulo. Nunca tive vontade de sair ou de deixar o clube. Tinha orgulho de jogar lá. Antigamente, os jogadores tinham que forçar a saída para se transferir a outra equipe. Eu nunca fiz isso. Gostava de tudo no meu tempo de jogador. Até o salário: eu aceitava sempre o que os dirigentes me ofereciam.

 

Titular, tanto como volante ou como zagueiro, eu cheguei ao auge da minha carreira em 1970, quando pude participar da conquista do título paulista, justamente o que quebrou um jejum de 13 anos.

 

Em 1971, tive um problema cardíaco e fiquei afastado por dois anos do futebol. Na minha volta, em 1973, ainda joguei mais um ano no São Paulo. Com 30 anos, o clube me deu passe livre.

 

Fui então para o México, onde joguei por três anos no Jalisco, de Guadalajara. Lá, fui treinado por Mauro Ramos de Oliveira, ex-zagueiro do São Paulo e grande amigo meu.

Em 1977 encerrei minha carreira de jogador e me tornei um típico são-paulino. Passei a acompanhar quase todos os jogos do time, na maioria das vezes pela TV ou pelo rádio.

 

Esporadicamente vou ao estádio acompanhar o time. Gosto mais de ficar torcendo em casa. Mesmo assim, me considero um são–paulino fanático e que nunca vai largar esta paixão.

 

Em 1987, um médico, amigo meu me indicou ao São Paulo para que eu trabalhasse lá. O clube, na hora, me convidou, e desde então eu convivo diariamente no Morumbi, dando aulas para filhos de sócios na escolinha de futebol do São Paulo.

 

…. será que é necessário exigir muito de qualquer jogador que atua em nosso tricolor?

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Ademilson chega a 100 jogos pelo São Paulo

Ademilson

O atacante Ademilson fará nesta quarta-feira (30), diante do Bragantino, o 100º jogo como profissional. Número expressivo para qualquer jogador, mas principalmente para um jovem de apenas 20 anos e que cresceu vendo ídolos atuarem no ataque do Tricolor, onde vem cada vez mais achando seu espaço.

“É emocionante e muito gratificante chegar a uma marca como essa em um clube como o São Paulo. Desde criança sempre sonhei em um dia poder jogar aqui. É muito especial pra mim estar aqui hoje, comemorando essa marca, pois lembro do meu teste e dos primeiros dias de trabalho, quando ainda morava no Morumbi. Realmente, é muito especial o que estou passando”, completou, lembrando dos momentos mais expressivos que viveu no Tricolor.

“Tive muitos momentos especiais no clube, mas acho que dois momentos foram marcantes, como o gol na Libertadores, contra o Atlético-MG, e também o título da Sul-Americana. Os dois foram inesquecíveis e vou me lembrar deles para o resto da vida”, disse. Com o gol marcado naquela partida, Ademilson passou a ser o são-paulino mais jovem a marcar na competição.

Dos 99 jogos feitos até hoje, Ademilson começou jogando em 52 deles, e vem crescendo como opção na equipe titular – até agora, na temporada 2014, disputou 24 partidas, sendo nove como titular. E mesmo com a presença de jogadores bem mais experientes que ele na equipe, o jovem vem aumentando o número de participações com o time titular. Desde o retorno às disputas após a parada para a Copa do Mundo, por exemplo, ele começou jogando em todas as três partidas feitas pelo Tricolor.

Além disso, mesmo antes da disputa do Mundial, Ademilson foi escolhido para começar jogando em diversas partidas, e quando ficava no banco, era a primeira opção do técnico quando era necessário modificar o setor. E a dedicação do camisa 19 nos treinos tem sido primordial para ele ser escolhido por Muricy.

“Sei que sou o jogador que tem menos nome em relação a todos os que estão aqui no elenco em relação ao ataque, mas estou me esforçando muito para conseguir ser uma boa opção para o São Paulo e espero melhorar cada vez mais”, disse.

Ademilson tem consciência de que a história dele na equipe profissional está apenas no começo, mas sabe o que quer para o futuro dele: muitos jogos e gols pelo Tricolor. “Espero que esses cem jogos sejam só o começo. Tenho um respeito e um carinho enorme pelo São Paulo, que me deu tudo o que tenho na vida, que me acolheu quando eu sonhava em ser jogador de futebol. E quero retribuir tudo isso em campo, podendo dar muitas alegrias pra torcida e ajudar muito o São Paulo por bastante tempo”, finalizou.

Fonte: Site Oficial

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Megafone: Carlos Miguel Aidar

megafone

 

No último dia 16, o presidente Carlos Miguel Aidar completou três meses de mandato frente ao nosso Tricolor. Três meses intensos, com alguns equívocos, mas com muito mais acertos, e a promessa de um futuro próspero.

Logo que foi confirmado que Juvenal Juvêncio enfim largaria o trono, passei a acompanhar o máximo que pude a respeito dos candidatos, até então pouco conhecidos por mim, Carlos Miguel Aidar e Kalil Rocha Abdalla. Não levei muito tempo para formular uma opinião e começar a torcer pela vitória do candidato apoiado por JJ.

Apesar de não ser jovem (67 anos), Aidar tem ideias oxigenadas, e está muito a frente de dirigentes mais novos que ele. Basta lembrar que é Aidar o idealizador do Clube dos 13, que apesar de ter acabado com a imagem arranhada, seria uma instituição importantíssima pela ‘moralização’ do futebol.

Para quem não sabe, no Clube dos 13 os presidentes das grandes equipes brasileiras  discutiam a porcentagem que cada associação levaria dos direitos da TV. Hoje, depois que o Andres Sanches fez o desfavor ao futebol brasileiro de se desvenciliar da instituição, a negociação das cotas fica a cargo de propostas individuais. Ou seja, a TV Globo fica livre de pagar o quanto lhe convir aos amigos clubes de Itaquera e da Gávea.

Desde que reassumiu o poder, Aidar segue tentando criar unidade entre os clubes. Há 3 meses no poder, já é líder do movimento que tenta o refinanciamento das dívidas das agremiações com o Governo Federal.

Outra medida foi diminuir o número de garotos de Cotia. Ao meu ver, nada de apostar menos nas categorias de base. Apenas uma medida para tentar diminuir os gastos por lá. Eram mais de 300 garotos, e a meta é 140, segundo o presidente. O suficiente para que 9 ou 10 de qualidade cheguem ao profissional, conforme ocorre hoje.

Além disso tudo, em toda entrevista que dá, parece muito sensato e firme, mas com humildade suficiente para ouvir opiniões diversas e para se desculpar, como no caso da briga com o presidente do porco. Nesta ocasião aliás, lhe faltou traquejo para saber a repercussão que uma declaração dessas dá hoje em dia. Mas foi certeiro: chorar pela perda do Kardec é mais uma das atitudes que apequenam nosso antigo arquirrival verde.

Alan Kardec aliás, talvez tenha sido o maior erro da nova gestão. É muito bom jogador, mas pagou-se muito caro por um jogador de uma posição que já tem dono: Luis Fabiano. Era muito melhor ter trazido um 2º volante para o lugar do Maicon, por exemplo. Isso tudo sem falar na informação de que deviamos direitos de imagem atrasados. Passo maior que a perna.

Mas se errou nesta contratação, acertou em cheio em outra. A volta de Kaká, fruto de uma política de boa vizinhança que não víamos muito nos tempos de Juvenal, me parece a presença que faltava para o nosso hepta. A se esperar os próximos capítulos.

O futuro é promissor, não apenas para este 2º semestre, como para os 3 anos de gestão Aidar. Enquanto isso, Kalil Rocha Abdalla leva a Santa Casa à falência…

 

Por: Wagner Moribe

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Viagens ao Sub Mundo – O Bragantino

viagens

Olá, pessoas.
Como estão os coraçãozinhos de ‘vossassenhorias’? Preparados para mais um jogo importantíssimo, dessa vez contra o time da terra da linguiça?
Faninhos faninharão…
Pois é, amanhã tem um clááááááássico contra o Bragantino… que eu acabei sabendo que é chamado de ‘Massa Bruta’ ontem, quando estava preparando o vídeo de hoje.
Jogo dificílimo, diante das atuais condições de nosso Tricolor Paulista, que nunca sabe quem é quando em campo. Um time ‘metamorfo’ que vem puxando ultimamente mais para o sua pior face do que para aquela que nos tornou o que somos hoje pra História do Futebol Mundial. Se é o São Paulo, São Paulo de São Paulo Futebol Clube mesmo, ou se é um timezinho chinfrim que peida a la Dagoberto diante de times como Avaí, Penapolense, Figueirense, Goiás, Chapecoense e (Deus queira que não) Bragantino…
Enfrentaremos amanhã um time que está praticamente estreando técnico e que foi derrotado em seu último jogo pelo BOA Esporte, lá de Varginha… com 2 gols do Karanga… (Pato, Ademilson, pessoal de frente Tricolor… sabem disso, né?)
E no vídeo da coluna, teremos uma homenagem ao The Mamas & The Papas, em virtude da data de morte da Cass Eliot, a ‘Mama’ do grupo, que nos deixou em 29 de julho de 1974 após um ataque cardíaco.

É a segunda gravação que faço para as colunas e estou aprendendo, amigos. Por isso, pode ser que ainda não esteja ‘nusconformi’, mas, quem não arrisca passarinho peixe é.
Sigamos então com o vídeo, e que amanhã tenhamos um São Paulo de Verdade em campo. Um Tricolor digno de sua História.
Volta, São Paulo!!!

Ronnie Mancuzo – Sub

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Kaká faz tratamento e deve ser poupado contra o Bragantino

Kaka

Único destaque do São Paulo na derrota por 2 a 1 para o Goiás, no último domingo, Kaká não deverá estar em campo contra o Bragantino, nesta quarta-feira, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, pela Copa do Brasil. Nesta segunda, o jogador nem foi a campo. Após fazer trabalho de recuperação na piscina com o grupo, foi para o Reffis para fazer tratamento para dores na panturrilha. Ele sofreu uma pancada no local no jogo do Serra Dourada.

Nesta terça-feira, o camisa 8 deverá ir a campo e treinar com os companheiros. Mas a comissão técnica está preocupada com o jogador, que atuou os 90 minutos (mais acréscimos) no último domingo. Os médicos e fisioterapeutas esperavam que o atleta atuasse somente 60 ou 70 minutos, mas ele mostrou confiança e permaneceu até o final. A última partida oficial havia sido no dia 18 de maio, ainda com a camisa do Milan, contra o Sassuolo.

Sem Kaká e sem Osvaldo, que seria a peça necessária para mudar o esquema e voltar ao 4-2-3-1, Muricy Ramalho deverá usar Boschilia ao lado de Paulo Henrique Ganso na armação. O garoto, revelado na base de Cotia, é a principal joia do Tricolor, alvo de várias equipes do futebol europeus. Na temporada, disputou 16 partidas e não marcou gols.

Fonte: globo.com

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Novo ataque contra o Bragantino

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Por Rubens Chiri / saopaulofc.net

Para o próximo jogo do Tricolor, marcado para a quarta-feira, contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, o técnico Muricy Ramalho terá que mudar o setor de frente do time. Isso porque Alan Kardec não pode defender o clube na competição, pois já atuou no torneio quando ainda jogava pelo Palmeiras.

Dessa forma, o técnico são-paulino será obrigado a optar por outra formação no ataque. Ele também não pode contar com Luis Fabiano para essa partida – o atacante segue se recuperando de uma lesão muscular na coxa direita. Osvaldo, que sofreu uma pancada no quadril no final da partida contra o Goiás, ainda não tem sua presença confirmada em Ribeirão Preto.

Além de Osvaldo, Pato e Ewandro são opções de ataque. Ou o treinador pode ainda mudar a forma de jogar do São Paulo, adiantando um dos meias. Muricy terá o treinamento desta segunda-feira e da manhã desta terça-feira para decidir qual será a nova formação do Tricolor.

O jogo contra o Bragantino será o primeiro da terceira fase da Copa do Brasil. A partida acontece na próxima quarta-feira (30), em Ribeirão Preto. A volta está marcada para o dia 13 de agosto, às 22h, no Morumbi.

 

Fonte: Site Oficial

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Coluna do Zanquetta: Destruição do Futebol

Destruição do Futebol Brasileiro. Enquanto bombas são jogadas, aviões derrubados, Gaza segue explodindo e os conflitos assustam o mundo, nós brasileiros assistimos de camarote a destruição do futebol brasileiro após a Alemanha ter nos bombardeado os 7×1 e agora Marin nomear Dunga como treinador.

Incrível como olhamos para a tabela do Brasileiro e vemos que o Cruzeiro parece um oásis no meio de um deserto de qualidade e elenco no futebol brasileiro. Incrível será como olharemos para a Seleção a ser convocada por Dunga e veremos mais do mesmo. Incrível ver como Muricy continua teimoso e os treinadores brasileiros arrogantes, prepotentes e mal preparados.

Agentes dominando o cenário nacional, presidentes e dirigentes de clube muitíssimo mal preparados para não dizer amadores. Muitos usurpadores.

Havia quem achasse que a nova fatia do bolo da grana de TV fosse colocar Flamengo e Corinthians muito à frente dos demais. Flamengo é o lanterna do campeonato. Corinthians, um mar dominado por piratas empresários.

E o São Paulo que vem em 3º lugar no recebimento, deve direitos de imagem e tem um presidente que hoje faz ter saudade de Juvenal. Onde o São Paulo vai parar? Onde o futebol brasileiro vai parar? Será que até o Sâo Paulo vai afundar e virar um time como os outros? Vai Aidar? Ou você vai acordar desse seu sonho que coloca os são-paulinos em pesadelo? Espero que isto tudo não se torne mesmo real. E que este mal não perdure.

Sobre a dívida do São Paulo. Sim, o São Paulo devia direitos de imagem. Pagou tudo na última sexta feira. Isto em nada afetou o grupo até porque os jogadores que deixavam de receber, eram dos mais bem pagos do grupo. Não mataria nenhum de fome.

O que mais me intriga é como Aidar conseguiu em tão pouco tempo  já fazer administração tão ruim. Brigou com clube rival, ofendeu estádio do outro, criou atrito com a Portuguesa, deu carta branca à Muricy que até aqui mostra que se está fora de órbita, gastou muito e não nas posições mais carentes, emprestou promessas e ainda deve para jogadores.

Ok. No contrato diz que o São Paulo em caso de não pagamento na 1ª data, tem 30 dias para quitar sem que seja considerado atraso e isto não ocorreu. Mas dá pano pra manga. E deu!

Acho que serviu de lição.

E o marketing precisa trabalhar para recuperar patrocínio e nos colocar num lugar merecido e legal no ranking de arrecadação . Ao invés de fazer um cabidaço de empregos, deveria trazer profissionais competentes e atuar pelo clube.

Ou estou errado? Lugano sem clube, falta de peças nos setores importantes é culpa de quem?

Comece a trabalhar, Aidar. Você não está numa festa tirando fotos para a Revista Caras.

Vamos trabalhar!

Muricy. Passou toda a época de Copa treinando e manteve o mesmo esquema tático que não tinha dado certo no 1º semestre. Recebeu reforços que ninguém tem no Brasil. Perdeu de Chapecoense e Goiás e despencou na tabela. Time perdido.

É a velha história de dar conforto ao Muricy que só sabe trabalhar pressionado. Aidar deu carta branca e desde então, nada deu certo. Mais um erro do presidente. E Muricy já vem brincando demais de errar. Tá ficando chato e complicado.

Qual será a desculpa desta vez?

Douglas. Ao contrário dos são-paulinos, muita gente no Brasil e na Europa acha que nosso lateral direito é excelente . A disposição e correria escondem muito a falta de talento e principalmente inteligência. Bom, fato é que ele receberá proposta para sair. E o São Paulo tenta manter Lucas Farias por mais tempo. Vamos ver no que isto dá…

Pato. Muricy definiu perfeitamente o que é Alexandre Pato: “Sempre teve talento. Mas um jogador não é feito apenas diss”. O jogador tem tudo para bombar no São Paulo, ir para a Seleção, tem time, estrutura para isto mas…prefere ser preguiçoso e mimado. E não tem mais os 17 anos de quando foi revelado pelo Inter. A possibilidade de ser vendido existe e anima São Paulo e Corinthians.

Departamento de Torcidas. O Grêmio está criando um departamento de torcidas de modo a regrar as ações, músicas e movimentos dos torcedores em prol do clube. Não no sentido de controle e sim de co-participação. Iniciativa europeia que adotarão no Sul e que veria com muito bons olhos no São Paulo.

Kalil. Depois da desastrosa desistência e da pífia campanha pela presidência do São Paulo FC, Kalil na última semana chamou a atenção por cancelar o Pronto Socorro da Santa Casa. Desastroso! Depois de receber uma injeção de capital, reabriu. Mas a decisão por si só foi ridícula. É este cidadão que muitos queriam no comando do Tricolor. Não importa se Aidar era a melhor opção ou não. Certo é que Kalil não era.

Alexandre Zanquetta

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Análise BR14: Goiás 2×1 SPFC

Onze anos. Desde o dia 9 de agosto de 2003, Kaká não vestia a camisa do São Paulo para exercer a sua profissão. Neste 27 de julho de 2014, o atleta que deixou o Morumbi como uma promessa, mas aos gritos de “pipoqueiro”, voltou ao time que o revelou para liderar uma possível caminhada ao título brasileiro. O primeiro passo, porém, foi frustrado. Em sua reestreia com a camisa tricolor, o camisa 8 balançou as redes, mas o Goiás usou do jogo áereo para vencer o São Paulo por 2 a 1 em jogo válido pela 12ªrodada do Campeonato Brasileiro.

Kaká foi titular e disputou todos os minutos da partida. Muito participativo, mostrou-se entrosado com seus novos companheiros de equipe e fez praticamente de tudo, principalmente no primeiro tempo. Cobrou faltas, escanteios, arriscou chutes de fora da área e até caneta aplicou no meio de campo. No segundo tempo, fez gol digno de um típico centroavante, mas a defesa de sua equipe já havia falhado duas vezes pelo alto, permitindo a Amaral e Bruno Mineiro anotarem os primeiros tentos da partida.

O triunfo por 2 a 1 faz com que o time goiano suba aos 20 pontos, ultrapasse o rival deste domingo e alcançe a sétima posição da competição nacional. Por sua vez, o São Paulo estaciona nos 19 tentos e, se tinha chances de encerrar a rodada na vice-liderança, cai para o oitavo posto. Já são nove pontos de desvantagem para o primeiro colocado, Cruzeiro.

Fonte: Terra

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