Com poucas opções e custos altos, São Paulo não terá reforço até dia 31

Luis Ricardo

Luis Ricardo: único reforço confirmado pelo São Paulo

O Campeonato Brasileiro terminou há 11 dias e, apesar dos apelos feitos pelo técnico Muricy Ramalho, o São Paulo contratou apenas o lateral-direito Luis Ricardo, que disputou o Brasileirão pela Portuguesa. O treinador quer reformular elenco que terminou 2013 sem títulos e longe do seu principal objetivo: disputar a Libertadores de 2014.

O vice-presidente de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes, já avisou a Muricy que dificilmente o clube conseguirá atender a seus pedidos. Ao menos que aconteça alguma surpresa, a diretoria não deverá anunciar novas contratações até o final do ano.

- Já sabemos o que o treinador deseja e estamos trabalhando, buscando alternativas. Mas não temos prazo.  Não estou dizendo que não pode acontecer, mas não está dentro do nosso planejamento anunciar algum reforço até o dia 31 – afirmou o dirigente são-paulino.

Muricy Ramalho pediu a contratação de um lateral-esquerdo, dois volantes e dois atacantes. Deixou claro aos dirigentes que não quer que Jadson seja negociado porque necessita ter dois meias de qualidade (Ganso é o outro armador), podendo até usar a pré-temporada para montar um esquema para encaixar a dupla. No ataque, Osvaldo pode ser negociado com o Metalist, da Ucrânia, enquanto Welliton, que pertence ao Spartak Moscou, da Rússia, dificilmente permanecerá, já que a hipótese de um novo empréstimo foi negada pelo time europeu.

Questionado sobre a demora do Tricolor para anunciar contratações, Jesus Lopes diz que as opções no mercado estão reduzidas e que todas custam muito dinheiro.

- Não existe aquela fartura de opções. Quando você conversa com um jogador, ele já tem outra proposta. Além do mais, os valores que escutamos assustam. Não só em relação ao custo dos direitos, mas principalmente quanto aos salários. O São Paulo tem uma linha de conduta e não vai alterá-la. É preciso agir com responsabilidade – ressaltou o vice de futebol.

O São Paulo se reapresenta para a pré-temporada no dia 6 de janeiro de 2014, no CT de Cotia. Muito provavelmente sem estar com o elenco pronto.

Fonte: Globo.com

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Toque Feminino: Lúcio: O Mistério Continua

 

No último domingo, Lúcio em entrevista ao Esporte Espetacular deu sua versão dos fatos que o levaram ao ‘limbo’ no São Paulo FC. De acordo com o experiente jogador, ele não fez nada de tão grave que resultasse neste afastamento.

 

Ele disse que na Europa é normal sair rápido do vestiário e subir ao ônibus. Na Europa é normal, mas no Brasil gerou polêmica. E a polêmica foi gerada não pela ida ao ônibus antes de todos os demais e, sim, pelas declarações dele, Lúcio, que contestou a sua substituição durante o jogo contra o Arsenal de Sarandi.  “Quando sai o jogo ainda estava 0×0”.

 

Lúcio afirmou que pediu desculpas ao treinador Ney Franco e acredito que por esse motivo ele voltou à titularidade no São Paulo. Titularidade essa que ele voltou a colocar à prova na trágica participação no jogo 1 das oitavas-de-final da Libertadores diante do Atlético, no Morumbi. Ele foi expulso na metade do primeiro tempo, num jogo em que o São Paulo era soberano, ganhava por 1×0 e criava chance atrás de chance, demonstrando que tinha tudo para vencer o confronto e com sobras. Sua expulsão destruiu tudo, ao menos, foi o estopim para explodir toda uma crise que viria desse momento em diante no São Paulo.

 

Lúcio foi contratado pelo São Paulo por sua liderança e por estar acostumado com grandes decisões. Na primeira grande decisão que ele participou foi ‘um zero a esquerda’, apesar de que acredito que, nesse caso, Lúcio não foi mais vilão que o severo árbitro e o ineficiente Ademílson que conseguiu perder claras chances de gol. E Ney Franco deve ter pensado o mesmo, pois manteve Lúcio na equipe titular. Houve uma lista de dispensados e Lúcio ficou fora dela. Aliás, essa lista de dispensa foi a mais esquisita da história. Jogadores que participaram pouco ou nada da campanha vexatória da Libertadores foram dispensados, enquanto os verdadeiros culpados continuaram desfilando seu mau futebol com a camisa tricolor até cortarem a cabeça de Ney Franco.

 

Com Paulo Autuori, sucessor de Ney Franco, também nada mudou para Lúcio que seguiu titularíssimo da zaga são-paulina. No entanto, algumas rodadas do Campeonato Brasileiro depois, Lúcio foi afastado. Ele não viajou para os infernais amistosos na Europa e a Copa Suruga, no Japão. Muitas especulações, informações desencontradas, nenhuma declaração oficial da direção a não ser para dizer que o afastamento era definitivo. Paulo Autuori mencionou “saúde do vestiário” para explicar a decisão que tomou ao afastar o atleta.

 

Lúcio contesta dizendo que nunca foi um problema nos vestiários e revelou que mantêm conversa com Luis Fabiano, PH Ganso, Jadson, entre outros. O capitão da Copa de 2010 também afirmou que tem uma relação normal com o M1to das traves.

 

Nem Ney Franco, nem Paulo Autuori ou alguém da diretoria quis se pronunciar sobre o caso. Lúcio falou por 11 minutos e deixou a entender que tudo não passa de um ‘jogo de vaidades’ que vem de dentro do clube, mas, não disse nomes e acredita que a diretoria é a principal responsável pelo seu exílio.

 

Que algo aconteceu é fato. E que Lúcio queira fazer parecer menor do que é… é provável. Não acredito que Ney Franco e muito menos Paulo Autuori tenham afastado o jogador por simples ‘picuinha’. Lúcio não é o santo que ele quer pintar. Existe algo mais. O São Paulo paga um alto salário para esse jogador para afasta-lo por nada.

 

Lúcio não é o maior vilão nessa história e muito menos o ‘santinho’ que ele quer fazer parecer. Quem sabe a verdade dos fatos apareça depois que ele se desvincule definitivamente do tricolor. Ou, talvez, nunca apareça. Na realidade, Lúcio foi um sonho que se tornou um grande pesadelo. E ainda faltou ao repórter do Esporte Espetacular perguntar: “o que você Lúcio estava pensando quando dava aquelas arrancadas e deixava todo o sistema defensivo descoberto?” Bye, bye Lúcio e estamos conversados.

 

Por: Carla Martins 

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Mineiro: “Dia muito especial”

Mineiro

“Dezembro é muito especial pra mim. Todo ano, quando chega este mês, recordo com carinho o que a gente viveu”. Assim o ex-volante Mineiro, autor do gol que deu o tricampeonato mundial ao Tricolor, em 2005, relembra a épica partida contra o Liverpool-ING (1 a 0). No dia 18 de dezembro daquele ano, no Japão, o time brasileiro bateu os ingleses e escreveu mais um capítulo na sua vitoriosa história.

O ex-camisa 7, que não tinha o hábito de balançar as redes adversárias, surpreendeu a defesa inglesa após lindo passe de Aloísio e, com categoria, tocou na saída do goleiro Reina. Festa da torcida são-paulina, que compareceu em grande número ao Estádio Internacional de Yokohama, e festejou o tricampeonato conquistado. “Isso está marcado na minha vida e nunca vai mudar”, completa o ex-meio-campista.

Dono do passe que coroou a vitória Tricolor, Aloísio também não esquece o lance. “Brinquei que fui um Ronaldinho paraguaio e o Mineiro teve a frieza do baixinho Romário (risos). A gente treinava bastante e fazia este posicionamento. Quando dominei a bola, o neguinho (Mineiro) passou gritando. Já tinha tentado dar aquele passe umas cem vezes e nunca tinha conseguido. Felizmente aquela noite Deus abençoou e deu certo na primeira vez”, brincou.

Gaúcho de Porto Alegre, Mineiro se consagrou no São Paulo pelo seu futebol, fôlego e vigor. Exímio marcador, do gênero incansável, ainda arriscava avanços ao ataque e chutes de longas distâncias. Estas eram apenas algumas qualidades do jogador que bastaram para enquadrá-lo entre os melhores de todos os tempos do Tricolor.

Defendendo o Tricolor, além do Mundial de Clubes, Mineiro conquistou a Libertadores da América e o Campeonato Paulista, ambos em 2005, e o Campeonato Brasileiro de 2006. Foram 126 jogos com a camisa são-paulina e 14 gols marcados.

“Esse carinho que tenho pelo clube é algo até difícil de explicar. Sempre que visito o CT da Barra Funda e revejo os amigos, acabamos relembrando o gol e contando algumas histórias. São coisas marcantes e que ficam na memória”, finalizou o ex-volante do São Paulo.

18.12.2005 – Yokohama (Japão)

Estádio Internacional de Yokohama

LIVERPOOL Football Club 0 X 1 SÃO PAULO Futebol Clube

LFC: Reina; Finnan, Carragher, Hyppia e Warnock (Riise); Sissoko (Sinama Pongolle), Gerrard, Xabi Alonso e Luis Garcia; Kewell e Morientes (Peter Crouch). Técnico: Rafa Benítez.

SPFC: Rogério Ceni; Fabão, Lugano e Edcarlos; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Junior; Amoroso e Aloísio (Grafite). Técnico: Paulo Autuori.

Gol: Mineiro, 26′/1.

Árbitro: Benito Armando Archundía Tellez (México)
Assistente 1: Arturo Velasquez (México)
Assistente 2: Hector Vergana (Canadá)
Público: 66.821 pagantes

Fonte: Site Oficial

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Coluna do José Renato: Já faz 8 anos que somos a única equipe brasileira tricampeã mundial

colunas

 

Dia 17 de dezembro de 2005, um sábado, estava apreensivo.

Aguardava a nossa terceira final de Mundial.

Resolvi dar uma volta para esquecer um pouco.

Fui até a Livraria Cultura.

Logo ao entrar vi um anúncio que me aborreceu.

“Amanhã, Show da Banda Liverpool”.

Sim, ela exista.

Fui ao gerente da loja.

Perguntei se aquilo era uma provocação.

Ele ficou com os olhos arregalados.

Não sabia do que se tratava.

Fui para a casa… dormir.

Acordei minutos antes para assistir um Clássico.

Sim, pois se Orson Wells ficou marcado por “Cidadão Kane” e Vivian Leigh por “E o Vento Levou…”

Rogério Ceni teve a melhor atuação humana em uma atividade esportiva em todos os tempos.

Aliás, naquele dia, ele não foi humano.

Lembremos que quando falamos de Tricolor, falar de um goleiro não quer dizer pouca coisa.

Afinal, goleiros todos têm… já Ceni…

Neste ponto a equipe inglesa que não tomava gol já fazia 11 jogos, teve muita sorte.

Sim, pois ao marcamos um gol logo no começo do jogo, não foi necessário jogar para frente.

Aliás, momentos antes do nosso gol, Amoroso quase tinha aberto o placar.

Mais alguns segundos, Cicinho quase marca com um chute do meio do campo.

Foi então que enfim, Mineiro marcou, aproveitando passe de Aloísio.

Já eram 26 minutos de jogo.

Três chances claras, uma aproveitada.

Precisava mais alguma coisa?

Resolvido na frente, era hora do ator principal, Ceni, entrar em ação.

Para isso, os ingleses tinham que atacar.

Precisávamos mostrar ao mundo o que era “ser um goleiro”.

Os ingleses entenderam e vieram para cima.

Meio tímidos na verdade.

No primeiro uma bola na trave e uma defesa, grandiosa para goleiros comuns, não para o nosso.

Aos 6 minutos do segundo tempo, a “Mona Lisa” das defesas, Banks perdeu o lugar de honra.

Gerrard fez a cobrança perfeita.

E Rogério, o óbvio, a defesa perfeita.

Os ingleses deveriam ir embora naquele momento.

Se cumprissem a regra do jogo, não fariam gol algum.

Por isso, tentaram através de impedimentos.

Três ao todo, devidamente anulados, como a regra diz.

Foi apenas esperar o jogo acabar.

O São Paulo era a única equipe brasileira a ser tricampeão mundial.

Isto em 2005… já faz 8 anos.

E quem esquece aquele time: Rogério Ceni, Cicinho, Fabão, Lugano, Edcarlos, Júnior, Josué, Mineiro, Danilo, Amoroso e Aloísio, depois Grafite. Técnico: Paulo Autuori.

No domingo , voltei a Livraria Cultura para assistir ao Show da Banda Liverpool.

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Cobertura do Morumbi: oposição faz boicote a reunião e breca votação

Morumbi

A oposição do São Paulo boicotou a votação que ocorreria na noite desta terça-feira para aprovar a ratificação do contrato da cobertura do estádio Cícero Pompeu de Toledo, cuja obra foi anunciada no final de 2011 e até agora não saiu do papel. Para que o projeto pudesse ser aprovado, era preciso que 177 conselheiros participassem da votação que ocorreu no salão nobre do estádio. Mas o grupo comandado por Kalil Rocha Abdalla, que tentará acabar com o poder de Juvenal Juvêncio na eleição de abril de 2014, ficou do lado de fora. Com apenas 125 presentes, a sessão acabou finalizada.

Kalil Abdalla ainda conversou com pessoas ligadas ao grupo de Juvenal Juvêncio e explicou que tal ação estava sendo tomada porque muitos tinham dúvidas sobre as mudanças feitas no contrato, que não pode ser totalmente exibido antes de ser aprovado na Comissão de Valores Imobiliários. Ele pediu que fosse feita uma nova reunião apenas para que todas as dúvidas fossem sanadas para que posteriormente a eleição pudesse acontecer.

Com isso, o projeto que é um dos grandes sonhos de Juvenal, corre o risco de nem sair do papel até o fim do seu mandato. No início, ele sonhava inaugurar o campo coberto antes de sua saída. Inicialmente, a obra estava orçada em R$ 300 milhões, mas agora já chegou a R$ 408 milhões. A estimativa máxima é que chegue a R$ 450 milhões. O São Paulo não vai gastar um centavo do seu cofre. Esse valor será bancado por um fundo de investimentos captados pela construtora Andrade Gutierrez, responsável pela execução da obra.

Além da cobertura, as obras de modernização do Morumbi incluem a construção de uma arena multiuso, que seria montada e desmontada atrás de um dos gols. A arena será operada pela XYZ Live. Outras empresas que estão no processo são a Lacan Investimentos e a Multipark.

Fonte: globo.com

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São Paulo volta à carga por Jucilei, acerta salário e busca investidor

jucilei

O São Paulo está vivo na briga pelo volante Jucilei, ex-Corinthians e atualmente no Anzhi, da Rússia. O atleta já teve conversas os dirigentes do seu atual clube e deixou claro que gostaria de ser negociado na próxima janela de transferências, em janeiro. Cruzeiro e Corinthians também têm interesse no jogador, de 25 anos.

Inicialmente, os russos estipularam o preço do atleta em € 6 milhões (R$ 19,2 milhões). O São Paulo tenta reduzir o valor. Para concretizar a contratação, o clube busca um investidor. O grupo DIS, que ajudou na contratação de Paulo Henrique Ganso e encerrará suas atividades no início do próximo ano, é uma das possibilidades. Outra possibilidade é a equipe russa aceitar parcelar o pagamento. Jucilei foi vendido pelo Timão em 2010 por R$ 10 milhões.

Uma pessoa ligada ao jogador diz que a recente entrevista dada pelo presidente Juvenal Juvêncio, que afirmou ter desistido do atleta, é apenas uma estratégia para ganhar poder de barganha. Já houve uma conversa entre o clube paulista e o jogador sobre salários e Jucilei sabe que, para retornar ao Brasil, terá de reduzir seus vencimentos. Essa questão está praticamente equacionada.

O São Paulo busca reforços para arrumar sua marcação no meio-campo, uma das grandes deficiências apresentadas pela equipe em 2013. Wellington, que terminou 2012 em grande fase, caiu drasticamente de rendimento e deve ser negociado. Denilson, que foi contratado após o final do empréstimo, também deixou a desejar e pode ser incluído em alguma troca.

Além de Jucilei, outro volante que interessa é Bruno Henrique, destaque da Portuguesa no Campeonato Brasileiro. O problema é que, nesse caso, o Tricolor tem a concorrência do Santos e de outros dois times da Série A do futebol brasileiro.

Fonte: Globo.com

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Viagens ao Sub Mundo – Dia ruim…

viagens

Dia ruim…

Bom, primeiramente eu gostaria de lhes deixar cientes da minha atual condição.

Sei que este espaço é voltado para o futebol de uma forma geral, principalmente e oficialmente sobre assuntos ligados ao nosso São Paulo Futebol Clube.

Mas, hoje peço licença para expressar alguns pontos sobre essa inquieta coluna das terças.

Já li diversos comentários apontando de forma negativa, não compreendendo muitos textos aqui postados, questionando o que estou fazendo aqui, afinal de contas, não sou ‘ninguém importante’ no clube, escrevo alguns absurdos incompreensíveis e escorrego nas teclas vez ou outra nos comentários, fazendo a moderação trabalhar sem necessidade.

Acontece que aprecio a escrita, a boa leitura, e me vejo como representante de uma parte da torcida. Como é um espaço voltado para torcedores do São Paulo, onde me incluo, posso estar representando alguns loucos Tricolores por aí.

O convite quando me foi dado, aliás, quando me convidei e fui aceito e muito bem recepcionado, me deixou encarregado de uma coisa muito importante. Considero este nosso espaço como sendo de grande exposição para o clube, para os jogadores, para o futebol em si.

Portanto, é mais difícil escrever algo realmente rico para vocês do que ‘ler as baboseiras’, caso eu não fosse eu e acessasse o Blog do São Paulo. Exige precisão. Leio e releio tudo, procuro as melhores imagens para ilustrar os conteúdos.

Hoje não é um dia bom pra mim. É um daqueles dias em que não nos vemos como capazes de muito mais. Dia de remorso pelos erros cometidos. Dia de ter o coração gelado pelo calafrio do final de algo muito importante.

E o que acontece no São Paulo tem algo parecido com isso. Um fim. Um fim de gestão que pode não ter sido primorosa em alguns aspectos e isso pode estar incomodando alguns dos senhores de lá.

O que transmito, ou que busco transmitir nas colunas é algo parecido com isso. Um retrato do cotidiano comum de cada um de nós num paralelo com os acontecimentos em campo, com o dia a dia do São Paulo Futebol Clube. É uma maneira que tenho de tentar mesclar o ser humano torcedor com a entidade Tricolor. Fazer do clube algo mais humano e nos transportar em alguns minutos para algum lugar alheio às últimas notícias.

Claro que faço isso mesclando com outros tipos de textos, porque a máquina aqui da cachola fica cheia de letras pra esparramar e o conteúdo nem sempre se parece com aquele que originou sua existência.

Escrevo e não tenho um final pronto, um ‘tchau e bênção’ pré-programado. Vai indo até ir e finaliza quando acaba. E dá um trabalho fazer aquela infinidade de ideias da mente se alinharem para trazer noção às frases. Dá um bom trabalho e vejo que muitas vezes não obtenho o resultado esperado, quando deixo a desejar…

Imaginem num dia como hoje…

Dia ruim… dia triste para o Sub aqui.

Sei que temos que superar as adversidades, nos preparar cada vez mais para sermos cada vez mais. Já li e ouvi uma quantidade absurda de palavras, frases de efeito, psicólogos e psiquiatras. Só que também sei que dias assim existem e pode ser que sempre existirão.

Agora, podemos também acreditar que os velhos lá dos bastidores também queiram superar adversidades e fazer coisas boas. E torço muito para o sucesso deles.

Porque o sucesso deles é o sucesso do São Paulo. O sucesso do São Paulo me faria muito bem.

E o São Paulo pelo menos me deixaria mais feliz num dia como hoje.

É…

Incompreensível.

Então, espero ter deixado meio claro o quanto é importante estar aqui com vocês todas as terças e o quanto é difícil fazer o que me propus a fazer. Minha ‘autocobrança’ é bem maior do que imaginam, meus amigos… bem maior.

Que o São Paulo nos traga felicidades quando estivermos tristes. Sempre que o fez, pra mim, foi perfeito.

Desejar o bem pro São Paulo é desejar bem pra nós mesmos.

 

Ronnie Mancuzo – Sub

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Muitos daqui já conhecem o nosso amigo Jeffão Brito. Ele é guitarrista da banda Sobre o Tempo, da cidade baiana de Teixeira Freitas.

Hoje temos o link de uma sonzera dos caras.

Os integrantes são:

 

Vocal: Alexandre Ramos / Alex Ramos
Vocal/Guitarra: Ton Barcellos
Guitarra: Jefferson Brito
Baixo: David Didonet
Bateria: Max Zamerim

 

Love Hurts, do Nazareth, é muito bem tocada pelos caras:

E sim.. ‘hurts’ pra carai…

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Frase do dia:

“Atenção, muita atenção para com os acontecimentos mais felizes do seu dia, porque a razão deles pode estar pedindo para ser ouvida.”

Ronnie Mancuzo – Sub

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Gustavo Vieira de Oliveira, gerente de futebol do São Paulo

“Preciso de alguém em quem confie, que seja de casa, que tenha noções de futebol e conheça nosso ambiente”. Foi com essas palavras que Juvenal Juvêncio convidou Gustavo Vieira de Oliveira a assumir a gerência executiva de futebol do São Paulo, cargo remunerado criado no ápice da crise que mergulhou o São Paulo na zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

A semelhança física e o sobrenome não escondem o parentesco com Raí, um dos maiores ídolos da história do clube. Filho de outro gênio da bola – Sócrates, ícone do Corinthians –, o dirigente aos poucos vai tentando se descolar da imagem dos parentes famosos para trilhar seu próprio caminho.

Não que a proximidade com dois gigantes do futebol seja um incômodo, pelo contrário. Mas a frenética rotina de trabalho a que ele se submetido desde que assumiu o cargo, em julho, tem também como objetivo construir sua própria reputação. “Não me incomoda, eu me orgulho disso, mas quero também meu grito de liberdade. Tudo o que consegui na vida foi à margem dessa aparente facilitação”, explica.

Embora seja um novato na função, trabalhar com futebol não chega a ser novidade para Gustavo, de 36 anos. Depois de tentar carreira no esporte – jogou no Botafogo de Ribeirão Preto (uma “obrigação de família”, segundo ele mesmo), São Paulo e Portuguesa –, optou pelo Direito. Formado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da USP, especializou-se em Gestão do Esporte na Fundação Getúlio Vargas e, desde 2006, presta serviços ao São Paulo para negociar contratos com atletas.

Quem o vê caminhando no CT da Barra Funda sempre com o celular a tiracolo nem consegue imaginar todas as suas atribuições. Gustavo controla e monitora todo o departamento de futebol e suas atividades de suporte (fisiologia, fisioterapia, medicina e comissão técnica), além de acompanhar os treinos e resolver problemas internos.

“Também penso permanentemente no elenco. O dia a dia é feito de muitas soluções de problemas diários e o esforço de se planejar o futuro, o que é uma dicotomia já que o futebol te puxa para resolver o presente”, complementa.

Discrição talvez seja a palavra que melhor defina Gustavo, que chegou após a passagem de Adalberto Baptista pela diretoria de futebol. Ele precisou consertar os alicerces do departamento, abalados pela forma por vezes truculenta – segundo relatam os próprios funcionários – como o antecessor conduzia o departamento.

À base de muita conversa “olho no olho”, recolocou as coisas no lugar e agora consegue desenvolver o trabalho que espera. A forma equilibrada como lida com os problemas tem encantado Juvenal Juvêncio e gerado ciumeira em alguns colegas que passaram a se sentir preteridos por causa do novo queridinho do chefe. A imersão é tamanha que até o contato com a imprensa tem sido restrito.

É justamente o pensamento no futuro que o faz querer a manutenção no cargo seja qual for o resultado das eleições do ano que vem. Gustavo acredita que seu ciclo tenha duração entre três e cinco anos e, além de implementar a cultura do planejamento a longo prazo, tem como outros pilares fundamentais a criação de parâmetros para a avaliação e contratação de jogadores e a integração com as categorias de base em Cotia. “Acho que se conseguir isso terei construído um bom legado”.

BERÇO ESPLÊNDIDO 
Crescer ao lado de dois craques nunca foi motivo de pressão para Gustavo, que revela o principal conselho que recebeu do pai. “A exigência que tinha era para estudar. Meu pai sempre preservou a família porque o futebol te oferece um mundo irreal e com os valores não tão bons”, conta Gustavo, que virou são-paulino na final do Campeonato Brasileiro de 1986.

“Tinha um amigo que torcia para o Guarani e só pra contrariá-lo passei a torcer para o São Paulo. Aí o trabalho do Raí tornou as coisas mais fáceis para mim (risos).”

A relação com o tio, por sinal, é das melhores. “Trocamos muitas ideias sobre tudo e dividimos experiências. Temos idades parecidas (Raí tem 48 anos).”

Além do convívio familiar, Gustavo tenta, na medida do possível, encontrar tempo livre para manter suas atividades. “Tenho meu futebol que não abro mão e também gosto de preservar meus fins de semana para amigos e família”, diz.

ESTADAO

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Portuguesa é rebaixada e Fluminense mantido! Vergonha!

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Após proposta, Metalist aguarda resposta do São Paulo por Osvaldo

Osvaldo

O Metalist (UCR) enviou uma proposta ao São Paulo por Osvaldo e agora aguarda uma resposta do Tricolor para a negociação se concretizar. Diferentemente do que aconteceu no primeiro semestre, dessa vez o clube não deve criar obstáculos para a saída do atacante de 26 anos.

A diretoria deu aval para Gilmar Veloz, empresário do camisa 17, procurar uma nova equipe para o jogador. Os ucranianos estão interessados desde o primeiro semestre e houve uma reunião na semana passada para discutir a situação atual. Agora em baixa, o valor oferecido será menor do que os cerca de 8 milhões de euros (R$ 25 milhões) da proposta feita quando Osvaldo aparecia até nas listas de convocações de Felipão.

Outros clubes do Brasil também demonstraram interesse no atacante, mas os ucranianos estão em estágio mais avançado. Osvaldo está de férias em Fortaleza e aguarda uma definição sobre seu futuro, que deve acontecer ao longo desta semana.

Nesta segunda-feira, ele promoverá um jogo beneficente no Castelão com a presença de diversos jogadores do São Paulo. Ganso, Jadson, Douglas e Denilson estão confirmados.

Fonte: Lancenet

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