Programação do São Paulo prevê ida à Disney e a restaurante brasileiro

Jogadores devem visitar parque na próxima segunda-feira, mas data ainda pode ser alterada, já que no mesmo dia haverá o jogo entre Brasil e Camarões, pela Copa

O elenco do São Paulo está em Orlando, nos Estados Unidos, realizando uma temporada de treinos durante a Copa. Como as atividades têm sido puxadas, a comissão técnica reservou alguns momentos de lazer para os jogadores na cidade americana.

O principal deles está marcado para a próxima segunda-feira, com uma visita a um dos parques da Disney, que ainda não foi definido. Já houve a liberação da empresa e o grupo todo deve conhecer uma das principais atrações do complexo. A data ainda pode ser alterada, já que o terceiro jogo do Brasil na Copa do Mundo, contra Camarões, será no mesmo dia.

Outro passeio do elenco do Tricolor será a um restaurante brasileiro de Orlando. A intenção é dividir o grupo em dois para esse passeio.

A primeira saída coletiva dos jogadores do hotel será na manhã desta quinta-feira, quando a equipe fará um treinamento dentro da Disney, em um dos campos ao lado do estádio do amistoso de sexta-feira, contra o Orlando City.

Treinando diariamente em dois períodos, os atletas do São Paulo têm ficado pouco fora do Omni Resort at Championsgate, onde a equipe está hospedada, sobretudo pelo cansaço provocado pelas atividades.

Fonte: globo.com

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Em coletivo nos Estados Unidos, Muricy barra Pato e escala Kardec

Kardec

O técnico Muricy Ramalho, do São Paulo, começou a desfazer a dúvida que circulava desde que Alan Kardec foi contratado. Em coletivo nesta quarta-feira, em Orlando, nos Estados Unidos, onde a equipe está concentrada para o reinício do Campeonato Brasileiro, o treinador barrou Alexandre Pato para a entrada do novo atacante.

O treinador escalou o setor ofensivo do time com Ganso, Osvaldo, Kardec e Luis Fabiano. Pato treinou entre os reservas.

Ao menos na atividade contra os reservas, a nova formação deu resultado. Os titulares golearam por 5 a 1. Kardec, inclusive, deixou sua marca, mas o destaque foi o Fabuloso, que balançou as redes três vezes. Osvaldo fez o quinto e Pato descontou para os suplentes.

Outra novidade foi a entrada de Lucas Evangelista no lugar de Reinaldo na lateral esquerda. A equipe foi escalada com Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Lucas Evangelista; Souza, Maicon e Ganso; Osvaldo, Alan Kardec e Luis Fabiano.

A tendência  é que o São Paulo seja escalado dessa forma no jogo de sexta-feira, contra o Orlando City. Muricy Ramalho já havia adiantado nesta semana que Kardec seria titular, mas ainda não havia dito quem sairia. Já Evangelista se destacou no treino desta manhã e ganhou a chance no coletivo.

O próximo treino do Tricolor em Orlando será nesta quinta-feira, em um campo dentro do complexo da Disney. O São Paulo ficará na cidade americana até o dia 28.

Fonte: Globo.com

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Orgulhoso, Ganso completará 100 jogos pelo Tricolor

Ganso 100 jogos

Grande nome no meio de campo do Tricolor e um dos pilares da equipe, Paulo Henrique GanSo atingirá uma importante marca na próxima sexta-feira (20). No amistoso internacional contra o Orlando City, nos Estados Unidos, o Maestro fará o seu centésimo jogo pelo São Paulo.

E o feito do armador mostra que as lesões são algo do passado. Até aqui, apenas o meia, o zagueiro Antonio Carlos e o atacante Osvaldo disputaram 28 jogos no ano. Em 2013, o camisa 10 também foi um dos mais assíduos e esteve presente em 66 partidas das 83 do clube. Somente Rogério (70) e Aloísio (71) atuaram mais do que o meio-campista na temporada passada.

“É um orgulho muito grande vestir a camisa do São Paulo. Por isso, a felicidade de poder completar 100 jogos pelo clube é imensa. Espero retribuir dentro de campo todo o carinho que a nação são-paulina tem por mim”, afirmou Paulo Henrique Ganso, que vive grande fase.

Segundo maior garçom do time são-paulino em 2014, com sete passes certeiros para gols, o atleta quer manter os bons números e usar o período de intertemporada na América do Norte para buscar mais um troféu pelo São Paulo. Em 2012, o armador participou da conquista da Copa Sul-Americana.

“A meta é continuar nesse ritmo e, assim, poder jogar todas as partidas sem qualquer tipo de restrição. Vamos em busca dos títulos do Campeonato Brasileiro e da  Copa do Brasil”, acrescentou o meia, que no final da temporada 2013 havia anotado outra marca positiva. O jogador esteve presente em 66 partidas das 83 do clube no ano. Assim, superou o seu próprio recorde, quando atuou 47 vezes pelo Santos e sete pela Seleção Brasileira Sub-20 (total de 54 jogos no ano) em 2009.

“O fortalecimento muscular antes dos treinos e as atividades para aprimorar a condição física foram importantes. Por isso, temos que aproveitar esse período de intertemporada nos Estados Unidos, porque queremos voltar bem na retomada do Brasileiro”, finalizou.

Fonte: Site Oficial

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Coluna do José Renato: O Deus da Raça, Chicão

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Copa do Mundo de 1978, Argentina.

A seleção brasileira fazia uma campanha irregular.

A classificação na primeira fase tinha acontecido aos “trancos e barrancos”.

Após a primeira rodada da segunda fase da competição, Brasil e Argentina tinham vencido suas partidas.

O Brasil por 3 a 0 frente o Peru, e os portenhos por 2 a 0 os poloneses.

A próxima partida seria entre os rivais sul-americanos.

Estrategicamente, os argentinos definiram a cidade de Rosário para a realização do jogo.

Em um estádio de dimensões menores, os portenhos esperavam intimidar os brasileiros.

A expectativa era de uma batalha.

Temeroso pela catimba argentina, o técnico Cláudio Coutinho estava preocupado.

Foi quando passou em sua mente a final do brasileiro de 1977, que tinha acontecido alguns meses atrás.

Naquela oportunidade, um São Paulo inferior se impôs frente ao invicto e superior Atlético em pleno estádio do Mineirão.

O grande responsável por isso?

Francisco Jesuíno Avanzi, o Chicão.

Ele voltaria a ser a solução.

Coutinho não titubeou, escalou o meio tricolor como titular.

Chicão foi o grande nome do jogo.

Logo no começo da partida, Chicão chegou junto ao maior jogador argentino, Mario Kempes, e marcou território.

Kempes sumiu na partida.

A partida, realizada em 18 de junho de 1978, 35 anos atrás, acabou sem gols.

Passou para a história como a “Batalha de Rosário”.

Pois é…

Chicão é a prova da raça tricolor, algo frequente em nossa história.

E certamente foram muitos…

 

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Copa do Mundo 2014 – Brasil 0x0 México – Análise, Notas, BM e BC

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EXPECTATIVA…

O tem sido, há alguns anos, a “asa negra” do Brasil. Os confrontos entre ambos são deveras equilibrados. Para eles, perdemos a medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, em 2012. Deles, ganhamos na Copa das Confederações no ano passado. Isto posto, espera-se o jogo mais perigoso para a seleção brasileira na primeira fase. Com Ramires no lugar de Hulk, ganhamos em poder de marcação, mas perdemos em poder ofensivo. Será uma guerra!

… REALIDADE

Primeiro Tempo

Trajando um belíssimo uniforme vermelho e preto, a seleção do México iniciou os trabalhos mostrando a que veio: em poucos minutos, um vasto repertório de pontapés foi apresentado. Tentativa de “marcar território”, talvez. O apitador, sósia de Chiquinho Scarpa, contemporizava, como que anuente à pancadaria.

Já o Brasil jogava. Ou melhor, tentava impor seu jogo. Pressionava a saída de bola dos mexicanos e, se não era brilhante, ocupava espaços, mandava no jogo. Tanto que Fred, em impedimento, é verdade, quase marcou, depois de boa jogada de Oscar, por volta dos 10 minutos. Neymar, bem marcado, aparecia pouco. Luiz Gustavo era a voz que clamava no deserto, no meio brasileiro. Paulinho, lamentavelmente, seguia a sombra do que já foi.

Só que, depois dos 20 minutos, só dava México. O Brasil se encolheu, querendo o contra-ataque. Aos 23, Herrera assustou de longe. Neymar respondeu aos 25, quando Ochoa fez o primeiro milagre da tarde, defendendo a cabeçada do camisa 10. Porém, o Brasil não estava bem no jogo. Tal qual o México. E o jogo não era bom. Talvez o México estivesse fazendo o jogo que esperava. Até porque seguia assustando de fora da área, como aos 40 minutos. Júlio César voou, mais por amor à causa perdida do que por qualquer outra coisa, pois nada ali poderia ser feito. Verdade que o Brasil quase marcou aos 43, em nova boa defesa de Ochoa. Não marcou porque a finalização foi de Paulinho, que como sabemos, ultimamente não existe. Foi o fim. 0x0. Morno.

Segundo Tempo

Com Bernard no lugar de Ramires, o Brasil voltou para o segundo tempo. A justificativa deve ser o cartão amarelo do primeiro tempo. Criar um “fato novo” também, ante o futebol morno que se abateu sobre a seleção brasileira depois dos 25 minutos da primeira etapa. E aos dois minutos, quase deu certo. Bernard “puxou” contra-ataque e na linha de fundo cruzou. Não fosse interceptação de Rodríguez, Neymar abriria o placar.

Paulinho estava morto, o que fazia Luiz Gustavo querer morrer. Porque havia espaço demais no meio-campo brasileiro. E o México passava a deitar e rolar. E era um festival de chutes de fora da área, a maioria perigosos. O time vermelho era superior no jogo de maneira que o de amarelo jamais foi no jogo de hoje, porque estes, os de amarelo, sequer conseguiam ficar com a bola. Era incrível como Paulinho se arrastava em campo, trombava até com o juiz. O time mexicano parecia treinar há meses, enquanto que o escrete nacional dava mostras de ter sido reunido às pressas. Não fosse o trio Thiago Silva, David Luiz e Luiz Gustavo, o México estaria na frente.

Mas tudo havia de ser resolvido, porque Jô ia para o aquecimento. Foi para o lugar de Fred, aos 22. Justifica-se, porque não foi criada nenhuma jogada para que ele deitasse. Aos 23, Neymar “medalhou” Ochoa. Foi num chute daqueles.

David Luiz, vendo o buraco no meio-campo, adiantou-se. O time melhorou e passou a pressionar. E criar um pouco mais. Bernard recebeu de Neymar aos 30 minutos e enfiou para Jô. A torcida até se levantou. Mas a finalização saiu rasteira e para fora, sem perigo.

Aos 34, Thiago Silva, a última instância, precisou se amarelar para impedir o gol dos mexicanos. Falta perigosa, que foi cobrada na barreira, para sorte canarinha.  Thiago Silva exigiu outro milagre de Ochoa. E esse foi dos grandes. Porque o zagueiro brasileiro subiu soberano no meio da pequena área e cabeceou forte para o gol. Bem colocado, o arqueiro mexicano impediu à queima-roupa, o gol do Brasil.

Cansado, o México só não prosseguia sendo o melhor no jogo porque não tinha mais pernas. E porque, dentre outros erros, o Brasil esperava ser salvo pela arbitragem, como no primeiro jogo. Marcelo fez boa jogada pela esquerda aos 43 e poderia ter prosseguido no lance, mas resolveu se jogar e pedir pênalti. Guardado, no minuto seguinte, arrepiou todos os presentes, em chute de fora da área. Aos 46, Jimenez dominou no bico da grande área e bateu firme. Julio César rebateu para o meio da área e afastou o perigo.

E foi o fim. Resultado bom para o Brasil e ruim para o México, pela bola que ambos jogaram.

NOTAS

JÚLIO CÉSAR:  Boas defesas. Não fosse ele, teria sido a primeira derrota na copa. 6,5

DANIEL ALVES: Não foi a draga do primeiro jogo, tampouco foi bem. Regular, apenas. 4,5

THIAGO SILVA: O melhor do time. 7

DAVID LUIZ: Quase no mesmo nível de seu companheiro de zaga. 6,5

MARCELO: Apoiou melhor que no primeiro jogo, mas num lance decisivo, optou pela irritante mania do jogador brasileiro de se jogar e pedir pênalti ao invés de seguir no lance. 5,5

LUIZ GUSTAVO: Um monstro no meio-campo. Joga sozinho. 6,5

PAULINHO: Inexistente. O pior do time. 2

OSCAR: Não fez boa partida. Apático, pode perder a posição para William. 4

RAMIRES: Enquanto esteve em campo, o time até que jogou mais ou menos. Depois que saiu, o México engoliu o time brasileiro. 6

BERNARD: Até deu um pouco mais de dinâmica ao ataque, mas não é capaz mudar a partida. É preciso mais do que ter alegria nas pernas. 4

NEYMAR: Tentou resolver o jogo, chamou a responsabilidade, mas não foi feliz nos lances que tentou. O Brasil precisa essencialmente dele, e quando ele não está bem, é um sofrimento só. 6

FRED: Inoperante. Porque só teve chance de jogar em pé. Notado somente pelas jogadas em impedimento. 2

JÔ: Teve uma chance para marcar e não aproveitou. Francamente, não é possível que dependamos dele para vencer jogos. Ficou provado que apenas seis meses de bom futebol credenciam para uma Copa do Mundo. Ou não? 4

FELIPÃO: Não conseguiu achar outro jeito de fazer o time jogar. Com os centroavantes que tem, depende muito de Neymar e Oscar para criar. Quando a bola não chega, como hoje, não há opções capazes de mudar o jogo. Hoje, ficou claro que a convocação não foi bem feita. Falta gente capaz de mudar jogos. 4

BOLA CHEIA

  • Júlio César, Thiago Silva, David Luiz e Luiz Gustavo.

 

BOLA MURCHA

  • O baile mexicano no segundo tempo;
  • O pífio futebol apresentado;
  • A falta de opções no banco de reserva, fruto da péssima convocação de Felipão;
  • A falta de opções de jogo. Quando o jogo vertical não funciona, ninguém ali é capaz de “pensar” o jogo e o time não foi forjado para isso;
  • Paulinho, que não fez jus a convocação, até o momento.
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Preleção Copa 2014 – Brasil x México

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Passada a euforia da estréia em campo e País próprios, agora é hora de encarar um adversário um pouco mais forte. México vem de vitória frente a Camarões num jogo onde o placar só não foi maior por erro grotesco da arbitragem. O jogo acontecerá no estádio Castelão, em Fortaleza.

Falando do jogo, Felipão tem um grande problema:.Hulk, que após sentir dores na coxa e bateria de exames, é dúvida. Para seu lugar, provavelmente será escalado Ramires. Fora ele, nenhuma outra lesão.

Uma preocupação a ser levada em consideração é que Neymar não receba o segundo cartão amarelo.

Do lado mexicano, nenhuma novidade. Miguel Herrera poderá contar com todos os seus titulares.

Um pouco de estatística.

Foram 38 jogos já disputados entre as duas seleções. Desse número, foram 22 vitórias brasileiras, 6 empates e 10 vitórias mexicanas. Total de gols: 107 – sendo 71 para o Brasil e 36 para o México.

Nem preciso dizer o quanto SÓ A VITÓRIA INTERESSA! É jogo de Copa do Mundo e cada vitória é importante e vale a liderança do grupo. Mantendo isso , no faz disputar com um adversário “virtualmente” mais fraco, já que na outra chave só tem “pedreira”.

 

Vai lá Brasil! Chegou a hora de mostrar sua força! Mostrar que esse é realmente um time que podemos confiar ou é só mais um adiando o tão sonhado Hexa Mundial!

 

 

 

CAMPINHO análise do México (Foto: Infoesporte)

 

 

Escalação da Seleção Brasileira: BRASIL: Julio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk?, Neymar e Fred. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Escalação da Seleção Mexicana: MÉXICO: G. Ochoa, R. Márquez, F. Rodríguez, H. Moreno, P. Aguilar, M. Layún, J. Vázquez, A. Guardado, H. Herrera, G. dos Santos e O. Peralta.
Técnico: Miguel Herrera.

TRIO DE ARBITRAGEM: Arbitro: Cuneyt CAKIR (TUR), Assistente 1: 
Bahattin DURAN (TUR), Assistente 2: 
Tarik ONGUN (TUR), Quarto árbitro: 
Svein Oddvar MOEN (NOR).

Data, hora e local do jogo Brasil x México: 17/06/2014 – 16:00 – Estádio Castelão em Fortaleza (CE).

Por: Kátia Firmino

Fonte: Site da FIFA (Estatísticas)

Globo.com (Olho Neles!)

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SÉRIE: SOMOS TODOS CAMPEÕES – Mona

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Comecei jogando no São Bento de Sorocaba, com dez anos de idade. Com treze anos fui jogar no São Paulo Futebol Clube.

Tive o privilégio de trabalhar com o mestre Telê Santana, no melhor time do São Paulo de todos os tempos. Era muita gente boa, era muito difícil arrumar espaço naquele time.

Dinho e Pintado, aí é que está, era uma dupla perfeita, não pela qualidade técnica, mas pela entrega, pela vontade de vencer, poucas pessoas davam valor a eles, mas quando a dupla não ia bem o time não rendia.

Antes os garotos da base eram formados para jogar pelo menos uns quatro, cinco anos na equipe, então era exigido ao máximo os fundamentos técnicos como, passe, chute, domínio e cabeceio. Hoje não os clubes só visam o lucro imediato, você acha que um menino de dezesseis anos está preparado para jogar no profissional? Claro que não, o que interessa é vender o garoto.

Sempre os meninos da base tem um carinho especial da torcida, mas você crescer num clube como o Tricolor e ter seu nome gritado pela torcida, no Morumbi lotado, é algo indescritível. Eu tive isso. Mesmo sendo volante.

A Copa Comnembol, vou te confessar uma coisa só Deus acreditava na gente, era um time montado com alguns jogadores que vinham de empréstimo, de lesões, alguns não estavam sendo usados, pois era muita gente boa no plantel, então o time foi feito para ver quem seria aproveitado no ano seguinte. A diretoria não sabia nem quem iria jogar no primeiro jogo contra o Grêmio no Estádio do Olímpico. Eu duvido que algum time ganhe novamente de 6×1 do Club Atlético Peñarol numa decisão, mas pra mim os dois jogos contra o Corinthians, foram inesquecíveis.

Daquele time nosso, somente o Ronaldo Luis não era formado na base, então nosso entrosamento era fantástico, nosso time foi campeão paulista sub-17,disputamos três finais consecutivas da Taça São Paulo de Futebol Júnior, ganhamos uma e perdemos duas nos pênaltis, perdemos apenas um jogo nos três campeonatos, nosso time era muito bom, no vestiário antes do segundo jogo contra o Corinthians, o Muricy Ramalho, nosso técnico, disse o seguinte: “Hoje vocês vão decidir o futuro de vocês, ou permanecem no São Paulo ou vão embora pra sempre”.

Resultado: todos ficaram!!!

Depois dessa façanha, o “bicho” (prêmio por vitória) teve que subir.

Vou contar uma passagem muito engraçada. Uma vez fizemos uma viagem de vinte dias pela China, passamos muita fome lá, não porque faltava comida ,mas porque era impossível comer algo lá, ainda mais naquela época que a China era muita fechada, depois de uns quinze dias ,trouxeram uma carne muito gostosa pra gente, todo mundo comeu mas eu e o Vitor que éramos os mais jovens, comemos pra caralho, depois que enchemos o barrigão fomos perguntar pro chinesinho que carne era aquela, ele respondeu imitando o latido de um cachorro: “Au,Au,Au simplesmente era carne de cachorro!!!!”.

Eu era corintiano, é mole? Mas ao chegar naquele Morumbi, uma paixão arrebatadora tomou conta do meu coração, ai não teve jeito, meu coração ficou Tricolor graças a Deus. Foram dez anos de São Paulo Futebol Clube, muitas amizades e títulos conquistados.

Rafael Spaca é editor-fundador do blog Os Curtos Filmes (http://oscurtosfilmes.blogspot.com.br/) e apresentador do programa Zootropo (TV Cronópios). 

EM VIRTUDE DO JOGO DO BRASIL, EXCEPCIONALMENTE NÃO TEREMOS HOJE A COLUNA DO SUB, QUE VOLTARÁ NORMALMENTE COM SUAS POSTAGENS NA SEMANA QUE VEM.

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SÉRIE: SOMOS TODOS CAMPEÕES

Mauricio

Eu comecei jogando nas categorias de base da Inter de Limeira (SP) cidade a qual sou natural: infantil (1986), juvenil (1987) e juniores (1988 e 89).  Fiz uma peneira (teste) no São Paulo FutebolClube com mais de cinquenta garotos num mesmo dia e fui escolhido.

Assustado com a cidade grande queria voltar para Limeira no mesmo dia, só não voltei porque não sabia ir para rodoviaria.

Acabei treinando na equipe do São Paulo e fui muito bem. Em 1990 já estava na equipe de juniores do Tricolor.

É impressionante a estrutura e a mordomia que os jogadores tinham na base, muito diferente se comparado ao que vivi no interior paulista. Me sentia um principe dentro de um palácio.

A linha de frente do São Paulo nada mais era do que: Macedo, Palhinha, Müller, Raí e Elivelton, todos atletas convocados para a seleção brasileira. Muitos dizem que se estivesse vivendo essa época de hoje eu estava jogando como titular do São Paulo e também na seleção. Acredito que devido a concorrência entre esses atletas, minha história no São Paulo não foi longa.

O jogo da minha vida foi entre São Paulo x Futbol Club Barcelona, na disputa do Troféu Teresa Herrera, onde marquei um gol na finalíssima. A maior lembrança que tenho, além do gol que não me sai da memória, é o técnico do Barça na época, o Johan Cruijff, perguntando ao diretor do São Paulo, o Márcio Aranha e também para o Fernando Casal de Rey, “onde eles tinham arrumaram esse Pelezinho”.

Antes do jogo contra Barcelona assistimos de dentro do campo o confronto entre o Real Club Deportivo de La Coruña e o Club Atlético Peñarol. No La Coruña jogavam Bebeto e Mauro Silva, que lembrança maravilhosa… agora contra o Barça pelo amor, antes do jogo gelo total na barriga. Zubizarreta; Koeman Beguiristáin; Stoichkov e Salinas, só para citar alguns daquele timaço. Mas depois que entra em campo isso some e entra a ousadia e a concorrência que todo atleta deve ter.

O Palhinha se machucou no primeiro tempo e no intervalo eu estava brincando com o lateral-direito Vitor, quando virei e dei de cara com seu Telê que me falou: “você entra no lugar do Palhinha e faz o que ele faz ataca e marca”.

O Cafu lançou o Macedo pela direita, a defesa parou querendo impedimento, quando vi que o juiz não marcou sai correndo a toda velocidade do meio-de-campo , o Macedo cruzou, o Raí abriu as pernas fazendo corta-luz e eu bati no contra pé do goleiro Zubizarreta, que era titular da seleção espanhola. Uma alegria só. Vejo sempre esse gol no Youtube!

Encarei esse jogo como o jogo da minha vida, oportunidade como essa não é todos os jogadores que tem. A minha convivência com o Telê era difícil, pois quando jovem, o achava bravo, sistemático. Mas hoje com experiência sei que ele queria o melhor pra mim.

 

Queriam que ficasse na Espanha, alguns empresários me sondaram, mas seu Telê me trouxe e fiquei mais um tempo no São Paulo, até 1993, quando saí e atuei em treze clubes até encerrar a carreira.

Tenho até hoje a ficha de inscrição na Toyota Cup, o Mundial de Clubes. Naquela época foram inscritos vinte jogadores e viajaram apenas dezoito. E eu, por escolha do Telê, fiquei não sei como explicar em São Paulo, não fui ao Japão, pra mim tremenda injustiça pelo que aconteceu na disputa do Troféu Teresa Herrera.

Rafael Spaca é editor-fundador do blog Os Curtos Filmes (http://oscurtosfilmes.blogspot.com.br/) e apresentador do programa Zootropo (TV Cronópios).

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Coluna do Zanquetta: Passos para o Hepta

Passos para o Hepta. Neste final de semana chegou o elenco Tricolor aos EUA para o início da preparação que pode conduzir-nos ao sonhado Hepta. Muricy apesar de saber que a grana é o motivador de irmos à América, sabe que não temos Cotia também por dinheiro, não temos CCT também por dinheiro e portanto, a preparação do São Paulo não tinha outra alternativa.

Não importa. Estamos colocando dinheiro no bolso, agregando ao grupo que passa este tempo junto e treinando efetivamente contra adversários diferentes em um local aberto à exploração econômica do esporte e que está em franca ascensão. Bom, tirando tudo isto, temos a questão física para a maratona dos 29 jogos que ainda restam e a questão técnica.

Muricy precisa pensar se o esquema será mantido ou alterado. E para isto, ele precisa já pensar no que está vindo por aí e em quem está deixando o grupo. Depois de R. Carvalho, Pabon e Wellington, agora deve ser a vez de Denilson e muito provavelmente de Rodrigo Caio. Internamente, R. Caio só não será vendido agora se Denilson for vendido por ao menos 5 milhões de euros o que cobriria o deficit atual do São Paulo e zeraria a conta para o 2o semestre que terá injeções importantes de caixa como o R$ 1 milhão de David Luiz, R$ 1,05 milhão do jogo da Seleção, o caixa das dispensas e os salários que não teremos mais que pagar, os alugueis de show do Morumbi e do CCT e Laudo Natel. Se será suficiente para o ano, por hora não sabemos. Mas já é alguma coisa.

Falando em quem vem, quem sai, em dinheiro etc., está a situação de Kaká emblemática aí neste meio. O midiático jogador está muitíssimo perto de retornar ao Tricolor e encerrar sua carreira aqui. Com situações familiares a resolver, um apartamento novo em São Paulo e matrícula dos filhos em escola da capital paulista foram só comprovações da decisão do meia. Ele vindo, c0nsegue se pagar com o marketing que angaria e atrai. O que me preocupa, é muito dinheiro por pouco futebol.

Não apenas o futebol como o físico. Já faz muito tempo que Kaká não joga uma sequência. Claro que é muito melhor um Kaká manco e cego que um Maicon 120%. Mas Kaká gera expectativa, confia-se nele e não seria legal manchar sua volta. Se este é o raciocínio que existe para Lugano eu aceito. O que não aceito é a desfaçatez de dizer que queremos privilegiar a base. Se for assim, como sempre digo, trazer Kaká é para matar Boschilia?

Bom, não vou me estender muito nisto. Ainda precisa de confirmação e alguns detalhes. Mas, já é possível brincar com a escalação que ficaria realmente impressionante no papel. Ainda torço muito para a vinda de um volante e zagueiro mas pelo visto, o que teremos serão saídas e não chegadas. Ou melhor, saídas e retornos como o de Toloi que não teve pedida e formalizada sua permanência na Itália. Isto pode mudar mas o pagamento tem que vir até 30/06 de qualquer jeito. Desta forma, Toloi inclusive querem encaminhar para os EUA para acompanhar a equipe, o que acho ótimo.

Agora, é reintegrar, contratar e treinar duro. Se chegar alguma peça, já entra em uma equipe mais preparada e montada, precisando apenas entrosar e achar a famosa liga. Depois do Tri em 06,07 e 08, eu estou na torcida por este momento, este trabalho e esta inter temporada. Vamos São Paulo!

Vai trabalhar, Aidar, Ataíde Gil Guerreiro etc. A Copa está aí e tem oportunidade aparecendo. Reforcem para conquistar. Plantem, semeiem para colher! Hora de falar menos e aparecer menos em mídia e honrar o clube. Queremos resultados!

Bolão Blog do São Paulo. Está bombando a Copa e já há gente tirando onda no Bolão. Está acompanhando? Então acompanhe e faça seus palpites, mude, altere. Já tem palpites novos, inclusive. A premiação, depois de alguns depósitos em cheque precisando compensar, serão revisados os depósitos e divulgado o valor integral em dinheiro. A camisa autografada segue na disputa para quem pagou. Quem levará?

Alexandre Zanquetta

alexandrezanquetta@uol.com.br

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Trio se junta ao elenco tricolor para completar mês inteiro em Orlando


Alan Kardec, Maicon e Denilson, que chegaram ao país no começo de junho, foram os últimos a chegar ao hotel. Elenco já está completo

O elenco do São Paulo está completo em Orlando. Maicon, Denilson e Alan Kardec se juntaram ao grupo no hotel no fim da manhã deste domingo, e agora todos os atletas já estão concentrados para a temporada de treinos nos Estados Unidos.

O trio chegou junto, por volta de 11h45 (horário local), para completar praticamente um mês inteiro no país. Eles passaram as duas semanas de férias após a parada do Brasileirão nos EUA, cada um em um local. Para Kardec, que chegou no dia 1 de junho, agora o foco é o trabalho e não mais a diversão.

– Vai ser muito bom esse período de treinos aqui. Claro que é estranho passar o mês inteiro em outro país, mas agora é diferente porque vamos treinar sério como se estivéssemos em São Paulo. As férias já acabaram e vamos pensar apenas no trabalho – disse ele.

Na chegada, os três foram tietados por alguns são-paulinos, com pedidos de fotos e autógrafos. Na sequência seguiram cada um para seu quarto.

O primeiro treino deve acontecer na tarde deste domingo. A delegação ficará até o dia 28 na cidade americana. Um amistoso com o Orlando City está marcado para sexta-feira.

Fonte:globo.com

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